Grupo Ocidental dos Açores com aviso laranja devido a agitação marítima
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou hoje as ilhas das Flores e do Corvo sob aviso laranja devido à forte agitação marítima, prevendo também avisos amarelos para o grupo Central dos Açores por chuva, vento e ondulação nos próximos dias.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu hoje aviso laranja para as ilhas do grupo Ocidental dos Açores (Flores e Corvo) devido à agitação marítima.
Segundo o IPMA, o grupo Central açoriano (Terceira, São Jorge, Pico, Graciosa e Faial) também vai estar sob aviso amarelo por precipitação, agitação marítima e vento.
Para as ilhas do grupo Ocidental, o aviso laranja, devido à agitação marítima (ondas de noroeste), vai vigorar das 23:00 de domingo às 11:00 locais (mais uma hora em Lisboa) de segunda-feira.
Flores e Corvo vão ainda estar sob aviso amarelo por agitação marítima (ondas de noroeste) entre as 19:00 e as 23:00 de domingo e entre as 11:00 e as 14:00 de segunda-feira, e por vento (direção de oeste, rodando para noroeste) das 17:00 de domingo às 11:00 de segunda-feira.
O IPMA também emitiu aviso amarelo para as ilhas do grupo Central por “precipitação por vezes forte”, que vigora desde as 21:00 de hoje até às 07:00 de domingo, e por agitação marítima (ondas de noroeste), entre as 23:00 de domingo e as 14:00 de segunda-feira.
As ilhas Terceira, São Jorge, Pico, Graciosa e Faial vão estar ainda sob aviso amarelo por vento (direção de oeste, rodando para noroeste) das 23:00 de domingo às 14:00 de segunda-feira.
O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação meteorológica de risco moderado a elevado.
O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Acesso à Fajã dos Cubres encerrado devido a derrocada
O caminho de acesso à Fajã dos Cubres, na ilha de São Jorge, nos Açores, está encerrado até segunda-feira devido a derrocadas provocadas pela chuva intensa, informou hoje a proteção civil municipal.
Em comunicado divulgado nas redes sociais, o Serviço Municipal de Proteção Civil da Calheta refere que, face às condições climatéricas adversas, “bem como ao facto de continuar a verificar-se, com alguma regularidade, a queda de material em todo o percurso”, o mesmo não reúne “as condições de segurança para a circulação de pessoas e veículos”.
“Assim, foi vedado o acesso à Fajã dos Cubres até segunda-feira, dia em que, após a previsível estabilização dos terrenos, será possível proceder a uma primeira intervenção, com vista à verificação de todas as condições de segurança necessárias”, acrescentou.
Segundo a nota, a situação está a ser acompanhada permanentemente pela Proteção Civil Municipal e pelo Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, em articulação com a PSP, mantendo-se a monitorização do local.
A autarquia da Calheta também divulgou um aviso onde refere que o trilho entre a Fajã dos Cubres e a Caldeira “se encontra interrompido em várias zonas, devido à instabilidade e derrocadas do terreno”.
A situação foi comunicada ao Serviço Regional do Ambiente e o município apela à população “para que não utilize o trilho, por razões de segurança, até nova informação”.
O caminho que assegura o acesso à Fajã dos Cubres também foi atingido por uma derrocada no início de outubro de 2025, tendo a circulação ficado restabelecida provisoriamente no dia 14 de novembro.