Marcelo faz último discurso de ano novo e deseja a Portugal um 2026 de esperança e progresso
O Presidente da República manifestou esta quinta-feira o desejo de que 2026 seja um ano com mais saúde, educação, habitação, justiça, tolerância e concordância em Portugal, com ainda mais emprego e menos pobreza.Marcelo manifestou ainda a convicção de que Portugal terá “um futuro melhor do que o passado”, encerrando a sua última mensagem de Ano Novo com uma nota de esperança.
A partir do Palácio de Belém, o Presidente sublinhou que, a nível global, deseja um ano com mais desenvolvimento, liberdade, igualdade, justiça e solidariedade, valores que considera igualmente importantes para Portugal. “Ano novo, vida nova”, afirmou, defendendo um país com mais crescimento económico e maior justiça social.
"O mesmo desejo vale para nós, vale para Portugal. Ano novo, vida nova. Também com mais saúde, mais educação, mais habitação, mais justiça, ainda mais crescimento, ainda mais emprego e menor pobreza e desigualdade", acrescentou, pedindo também "mais tolerância, mais concordância" e "sentido de coesão nacional".
Num curto discurso, de cerca de cinco minutos, feito na Sala das Bicas do Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu-se aos seus "queridos compatriotas" e assinalou que em 2026 se completam "50 anos de Constituição, 40 anos de adesão à Europa, 30 anos de comunidade de língua portuguesa".
"Que ano, não digo único, mas singular, que hoje começa", comentou.
Recorrendo à expressão popular "ano novo, vida nova", o Presidente da República fez votos de que 2026 traga "a paz duradoura na Ucrânia, no Médio Oriente, também no Sudão e em tantos outros conflitos do globo" e o respeito pela Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional.
Numa referência às próximas escolhas eleitorais, a menos de três semanas das eleições presidenciais de 18 de janeiro, Marcelo Rebelo de Sousa destacou a importância da democracia e afirmou confiar que os portugueses saberão escolher “ideias, soluções e pessoas novas” para o futuro do país.